sábado, 30 de agosto de 2008

:: Uma das pessoas que mais me ajudou na época em que a minha mãe morreu foi a Beatriz. A Beatriz era a minha terapeuta. Nossas conversas semanais duraram pouco mais de um ano e me ajudaram muito a não perder completamente o eixo. Eu tinha perdido meu porto seguro, a pessoa que tinha mais cuidado por mim, e que me fazia pensar duas vezes antes de fazer alguma coisa meio errada. O primeiro ano depois da morte da minha mãe foi um período em que eu experimentei tudo o que surgiu, todas as festas, todas as viagens, todas as curtições. A Beatriz foi fundamental para me ajudar a permanecer com um pé na sanidade.

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