sábado, 18 de outubro de 2008
:: Um dia, na casa do meu pai, encontei alguns documentos, receitas e bilhetes escritos pela minha mãe. E fiquei ali lendo aquelas palavras soltas em pedaços de papel já amarelados pelo tempo. Pude visualizá-la escrevendo cada uma daquelas letras. É doloroso perceber que esse tipo de detalhe é a única coisa física que restou dela.
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